Entendendo os aromas do vinho

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Como dissemos no post das dicas para se tornar um expert em vinhos, compilamos aqui algumas regras básicas para você acertar nos descritores e fazer bonito em uma degustação.

Listamos abaixo algumas dicas básicas e fáceis de seguir:

– vinhos tintos só podem ser descritos com frutas escuras (ameixa, cassis, cereja), da mesma forma que vinhos brancos somente conterão frutas claras (maracujá, abacaxi, maçã verde). Nos rosés, encontramos os dois (morango, pêssego, etc).

– aroma floral segue a mesma regra acima. Flores escuras para tintos, claras para brancos. Estranho dizer que um tinto tenha cheiro de jasmim…

– aromas denominados “empireumáticos” descrevem vinhos passados em carvalho e derivam da tosta da madeira. São eles chocolate, coco, baunilha, café, tostado e mesmo o cheiro de madeira que muitas vezes sentimos. Importante mencionar que dependendo da origem do carvalho utilizado para produção das barricas, teremos aromas diferentes no vinho.

– os odores de pano sujo, cachorro molhado, rolha, acetona são defeitos e permitem que seu vinho seja devolvido em um restaurante.

– por outro lado, alguns aromas químicos como petróleo ou esmalte são característicos de uvas como a Riesling, dependendo do solo onde seja plantada, o que não desmerece de forma alguma o vinho.

– a mesma uva plantada em diferentes terroirs apresenta aromas característicos de cada região. Como exemplo, temos os Cabernet Sauvignon mentolados da Provence por conta dos eucaliptos plantados ao redor das vinícolas. Interessante, não?

A primeira coisa que recebemos quando começamos um curso de especialização em vinhos é a roda de aromas. Compartilhamos então um gráfico para ajudar a esclarecer o caso!

Boa degustação, um brinde!

 foto: www.aromaster.com

foto: www.winefolly.com

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